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Livro Vivo: outubro no CCBB |

O Livro Vivo é uma atividade de mediação de leitura que busca compartilhar a experiência de ler um livro, incentivando o interesse de novos leitores. Inspirado nas exposições em cartaz e ações de patrimônio.

LIVRO VIVO
Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar. Sábados, domingos e feriados: 16h
Entrada gratuita por ordem de chegada
Classificação indicativa: livre

  • A boca da noite, de Cristino Wapichana - Dum e Kupai sobem para o lugar mais perigoso da aldeia para conhecer melhor os segredos do Sol e aprendem ensinamentos e histórias de seu povo.
  • Kuján e os meninos sabidos, de Ailton Krenak e Rita Carelli - Kuján, termo que significa tamanduá na língua krenak, acompanha um grupo de meninos em uma aventura que apresenta saberes, histórias e a relação do povo Krenak com a natureza.
  • O Dragão do Mar, de Sonia Rosa e Anabella López - O livro é uma homenagem a Chico da Matilde que ficou mais conhecido como “O Dragão do Mar” por sua atuação na greve dos jangadeiros no Ceará.
  • Uma aventura do velho Baobá, de Inaldete Pinheiro de Andrade - O baobá nativo das savanas da África decide atravessar o oceano Atlântico para encontrar seus parentes em terras brasileiras. Uma narrativa que apresenta o baobá como símbolo e ancestralidade, memória e resistência da cultura africana.
  • África que você fala, de Claudio Fragatta - Apresenta palavras de origem africana presentes no português brasileiro, mostrando a influência das línguas e culturas africanas no nosso cotidiano.
  • Talvez você consiga ,de Imogen Foxell e Anna Cunha - Uma menina decide plantar uma semente no leito de um rio morto há muito tempo, tarefa que parece impossível, e descobre que talvez consiga realizá-la.
  • Os dengos na moringa, de voinha de Ana Fáti - Uma criança relembra os afetos, histórias e ensinamentos guardados nas memórias de sua avó.
  • O mundo no Black Power, de Tayó de Kiusam de Oliveira - O livro transforma o enorme cabelo crespo de Tayó numa metáfora para a riqueza cultural de um povo e para a riqueza da imaginação de uma menina que se orgulha de ser quem é
  • mesmo lidando com preconceitos.
  • Foi vovó que disse, de Daniel Mundukuru - Seguindo a tradição indígena de ouvir os mais velhos, uma criança aprende com sua avó histórias, ensinamentos e valores transmitidos de geração em geração.
  • Da minha janela, de Otávio Júnior - Da janela de sua casa, um menino observa e enaltece sua favela e imagina novas possibilidades para sua comunidade.
  • Zum Zum Zumbi!!!, de Sônia Rosa - A história apresenta Zumbi dos Palmares às crianças, destacando sua resistência e sua luta pela liberdade.
  • A mulher que virou urutau, de Olívio Jekupé e Maria Kerexu - livro bilíngue (português e guarani). A obra reconta o conto tradicional guarani sobre a origem do pássaro urutau.
  • A origem dos números, de Majungmul e Ji Won Lee - Uma viagem pelo tempo, explorando as diferentes formas de representação que existiram. maneiras de contar e representar as quantidades.
  • Amoras, de Emicida - A partir da música Amoras, do mesmo autor, o livro conta a importância de nos reconhecermos no mundo e nos orgulharmos de quem somos desde criança.
  • Aldeias, palavras e mundos indígenas, de Valéria Macedo - Um passeio pelos costumes de quatro povos indígenas diferentes: os Yanomami, os Krahô, os Kuikuro e os Guarani Mbya. (Amazonas)
  • Depois do ovo, a guerra - Priara Jõ: Um dia na aldeia Panará, de Ana Carvalho - Os Meninos Panará revivem, em uma brincadeira de guerra, a memória de um antigo conflito de seu povo. (Povo Panará território entre Pará e Mato Grosso.)
  • Histórias da minha terra, de Daniela Chindler - Reúne histórias e memórias de moradores de Canaã dos Carajás, no Pará. (Pará-Canaã dos Carajás.)
  • Sinfonia da Amazônia, de Lalau e Laurabeatriz - Uma viagem poética pela fauna, flora e paisagens da Amazônia. (Amazônia - relação geral)
  • Tapajós - Uma aventura nas águas da Amazônia, de Fernando Vilela - Duas crianças e sua tartaruga percorrem o cotidiano ribeirinho às margens dos rios Amazonas e Tapajós. (Pará — região do rio Tapajós.)
  • Não quero ser índio, de Mayra Sigwalt e Tai - O livro questiona os estereótipos sobre ser indígena a partir de uma atividade escolar vivida por um menino. O diálogo dele com sua mãe passa por temas sobre identidade, família e respeito. (a ilustradora Tai é originária de Mairí/Belém.)
  • Olhos de jaguar, de Yaguarê Yamã - Utilizando palavras em maraguá, apresentando ensinamentos, seres encantados e a relação dos povos maraguá com a floresta. (Amazonas.)